sábado, 29 de março de 2014

SANTOS F.C. 'Padrinho' de Geuvânio, Laor diz: 'Iam liberá-lo para economizar R$ 3 mil'

Principal destaque do Santos na temporada, o meia-atacante Geuvânio quase deixou a Vila Belmiro porque dirigentes do clube acreditavam que liberar o jogador e economizar R$ 3 mil em salários era uma boa manobra. Quem garante é o presidente licenciado Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, responsável por segurar o jogador em 2012, quando por pouco ele não trocou o Peixe pela Acadêmica de Coimbra, de Portugal. A transferência para o futebol português quase aconteceu em agosto de 2012. A Acadêmica chegou a oferecer R$ 20 mil mensais para o atual camisa 11 do Peixe. Mas o negócio acabou melando. Antes de brecar a saída de Geuvânio, Luis Alvaro conta que consultou Muricy Ramalho. O técnico, porém, não mostrou muita disposição em utilizar o jogador. Geuvânio foi promovido para o time profissional do Santos por Adilson Batista em 2011, logo após a Copa São Paulo de Futebol Júnior. Mas foi somente em 2012, já sob o comando de Muricy Ramalho, que ele teve as primeiras chances. A estreia na equipe principal foi no empate por 1 a 1 com o Fluminense, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro - na oportunidade, ele substituiu Elano aos 32 minutos da etapa final. Naquele ano, ele foi a campo mais três vezes. - Era um jogador muito habilidoso. Coloquei muito cedo para jogar. Taticamente ainda não estava no seu melhor. Ele estava no grupo e jogou comigo. Mas tinha de ganhar experiência. Prima pela habilidade, é muito rápido e não tem medo de jogar. Agora está pronto - diz o atual treinador do São Paulo. Gerente de futebol do Peixe em 2012, Nei Pandolfo garante que não houve erro de avaliação em relação ao Caveirinha e nega que tenha partido dele a ideia de liberar o meia-atacante para o futebol português. - Na verdade, foi uma decisão da comissão técnica. O atleta não estava sendo utilizado. Havia a possibilidade de emprestá-lo, mas tinha de renovar o contrato, e os valores eram altos na época. É preciso observar que a cada momento o atleta amadurece. O Alison, que hoje faz parte do time profissional, na mesma época entrou em uma lista de possíveis dispensas. Existe uma série de detalhes do clube que precisam ser levados em consideração - argumenta o ex-santista, que hoje trabalha como executivo de futebol do Sport. http://globoesporte.globo.com/

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